sábado, 25 de outubro de 2008

(Escrito em 18/06/2007)


* Pensamentos, fumaça, pesadelos, suor, sorrisos *

Ando meio aflita. Algo está me deixando meio aflita. Acho que são os sentimentos, pensamentos e algo passional que sinto novamente depois de tanto tempo. Algo que me faz elocubrar sobre o amor e o sexo. Não quero, nem sou daquelas pessoas controladas pelo pudor que olham de um jeito repreensivo para o sexo, que, na minha opinião, deve ser a carnalização do amor. E quando é realmente a carnalização do amor, é lindo. Isso porque nos últimos tempos tenho acreditado no amor. E sei que essa fé pode ser passageira. Eu não sei, na verdade, o que penso sobre isso. Não sei ao certo o que quero e no que acredito. Passo por fases, me perco, me confundo, me complico, me reencontro.

Eu penso que acredito no que sinto e desconfio das pessoas. E o final de semana se tornou algo parado, o social nulo, por vontade e determinação de escolha. Seria esse o peso de sentir? Seria essa uma palavra insuportavelmente pesada pra quem almeja se manter inteira e forte? Tenho que pensar e sentir, e, no momento, não ando querendo sair muito do meu aconchegante canto de lugar nenhum. Deixo-me dormir. Tenho de estudar. E parar de discutir essa crença que muda a cada brisa nova que sinto passar por mim.

Ponto em aberto. E gosto de pontos. ....

Meus textos se perdem dentro de mim. E eu sou feita de paradoxos e contradições. É falta de certeza e mente aberta para novos conhecimentos, novas técnicas e certezas. Aquelas bem que não são certas.

Eu penso mais que caminho. Até porque penso toda vez que estou caminhando e nem toda vez que penso saio do lugar.

Descobri outra coisa: Minhas sobrancelhas são seres de vida própria. E livres. Assim como as faces o são.

Uma birra: A saudade atormenta.

Me movendo, no bem português do Brasil.

Uma bronca: O medo atormenta. Aqueles de pesadelo também. De querer colo no meio da noite. De carinho. Aquele de não saber o futuro. De se perguntar como será. De gritar por socorro.

Ainda bem que não o sei. Se soubesse eu não iria gostar. Até porque o passado já foi e o futuro não me traz preocupações. Isso porque eu acho que o presente é realmente um presente. E devemos aproveitá-lo como tal. Na calma. Na intensidade. Certas coisas não mudam.

Tudo muda.

Vai entender.



;*

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