sábado, 25 de outubro de 2008


(desabafado em 08/02/08)


Então... eu preciso falar, mas não sei o quê.

Acho que é medo... Susto, essas coisas incompreensíveis. Mas uma coisa é certa: Vai dar certo.

Eu queria poder me explicar e ter orgulho da minha explicação. Uma vez que quisesse sair saltitando como um coelhinho pelos bosques floridos, sempre há responsabilidade, medo e insegurança por trás de tudo.

E, da mesma forma, eu odeio me explicar, e não sei o que eu sinto. Estou tão feliz... e assustada. x) Mas feliz.

Os ventos andam repetitivos, secos, sem graça.

O Sol voltou a brilhar hoje e isso me deu uma alegria descomunal.

Vi que as plantas brotam no verão. Que neva na primavera. E que o mundo fala por si só. Obviamente, então, minha natureza também fala por si só. E a indecisão também.

Isso é a falta de carinho que no fundo não sei se é. Pode ser o cansaço de ser posta a provas todo tempo.

De querer ser melhor, mais completa, e me ver tão nada e vazia. Mesmo que esteja me sentindo mais completa que tudo. Sempre algo falta, e sempre está completo.

A completude se completa na ausência.

Isso é fato. Tudo que é completo demais estoura. Tudo o que é vazio e completo se completa.

Então... deve ser isso.

O vazio que me transtorna é o mesmo que me faz feliz.

Pronto.

Obs: O Pedro há de chegar... (não... não estou grávida.)

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