Difícil acreditar que em algum momento do tempo podemos ter incerta certeza sobre uma saudade que, em momentos, se torna insuportável.
É a voz do precisar.
Um passo para lá, um passo para cá, mão segurando cintura.
Mão envolvendo pescoço, alma, tudo.
Estômago sente, garganta com leve nó, lágrima teimando em sair.
Tamanha felicidade perdida no tempo.
Infinita na memória.
Palavras não são suficientes. Não adianta, o momento não volta.
Um dos melhores momentos do universo... pulsa na memória como o pulsar do Sol a cada onze anos.
E se pudéssemos jogar um pouquinho de memória fora, o coração ficaria mais em paz.
Porque até mesmo o gelo queima no fogo.
E o mormaço queima tanto quando brasa viva.
É o vagar que me faz sentir perenemente.
Muita saudade.
domingo, 18 de julho de 2010
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