O joelho pobre
A cicatriz fulmegante
O sangue vira, flagra, vira.
Do olho a energia enerva. Enerva a nuvem.
Enerva a erva.
Minerva.
Minh'erva.
Quem sabe o poder do homem?
A fúria da pele?
O compasso que passa o passo na cor.
O pincel que pinta e dança
Gira o girassol
Assobia o sabiá que não sabia cantar
Flaminga o flamenco
E o sangue pulsa
E sangra.
Ainda.
Bem.
**
Quem é o dono do cacho?
Aquele não de uva, que é.
O vinho do moreno
A mecha ressalta
Branca no preto.
Me diz!
Quem?
**
A pena azul balança
É o vento, a fresta fresca
A fresca festa
Noite briha
Sozinha.
Você não está
Mas brilha lá dentro
Onde o vento não alcança
A pena balança
A festa se cansa
E a noite não consegue chegar
Nasce o Sol.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
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