quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Quando a sanfona canta, lamenta, sonha... Sai dela também meu coração.
Morrer de fazer amor: E acordar devagar com o Sol entrando de mansinho pela fresta esquecida da porta...
Viver de amor: E deixar nascer a noite por dentro tanto quanto por fora. Acender a luz devagarinho e deixar o Sol poente iluminar a casa com aquela cor de festa na floresta, com aquele cheiro de magia guardada no baú...
Deixar a lua sorrir prudente e esperta chamando a poesia para a rua.
E sair. Leve, solta e rodada.
Entregue, nova e velha.
Madura, fruta colorida agarrada ao galho verde descamando. Sair.
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