Rio quando acho engraçado. Rio quando é mar, e quando não é.
Choro quando sinto a garganta apertar.
Danço quando a música faz o meu sangue pulsar.
Danço até o joelho parar.
Grito quando quero.
Sorrio quando me sensibilizo, não porque me é de obrigação.
Abraço quando gosto.
Beijo quando a presença não é suficiente, quero me unir ao outro.
Como quando tenho fome.
Bebo quando sinto sede.
Falo alto quando o baixo é pouco.
Falo quando quero, você me perguntando ou não.
Faço o que quero, com alguma explicação ou não.
Louca? Triste você. Sou livre!
Não nasci no berço de ouro e sim no da intensidade.
Vida!
domingo, 31 de julho de 2011
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