Problema é esse de querer poetisar tudo sempre, transformar tudo em arte.
Mal sabe o que sente, não sabe o que sente, mas quer fazer arte.
Quer tirar da veia, em palavras, o que não sabe e não sabe explicar.
Colocar em palavras, o que, então, pois?
Quer sentir intensamente o que pulsa as veias que geram a energia. Energia essa pulsante que se exprime em palavras não entendidas e na arte tão abstrata.
E ainda quer que a entendam...
Entender o que?
Essa confusão de sentidos e palavras que se misturam e já não se sabe mais o que fala ou o que sente. Não se sabe mais se fala o que sente, ou se sente o que fala... só para ter o gosto de dizer que sente o que uma linda palavra pode tentar fazer entender.
domingo, 29 de novembro de 2009
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